
Esse homem aí foi o maior escritor brasileiro (pra mim) e está na lista dos maiores de todos, desde Euripedes, Sófocles, Shakespere, Joyce, Beckett, etc e etc. Esse homem era gênio da linguagem, clássica e formal, dos neologismos, da observação do humano, do universo - e contava as estórias do jeito só dele (incopiável). Como bom mineiro, quieto, até mesmo na hora de ocupar seu lugar na Acadêmia - tão discreto morreu alguns dias depois. E o discurso do Homem - "eta homi que falava cheia de complicância sô"
Iria escrever um "ensaio" como fiz com Beauvoir ano passado sobre a foto de sua "bela bunda" fotografada em 1951 por Art Shay, que esse ano deu o que falar na França (centenário de Simone) mas, contudo, não dá. Guimarães, falo abertamente, porque é o mestre. Sem embramações, metáforas, afinal ele fez tudo isso "duma tacada só" - pelas Veredas do "Ser tão" - de Riobaldo à Diadorim - nesses Gerais infinitos.
Quanto a mim, vou capengando - exausto, pelo Sertão marciano.
Nenhum comentário:
Postar um comentário